sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Olhos de sal

Por Wisley Severo (Dezembro 2008)

Meus olhos tristes,

Embanhados de sal
E de saudade
Sorriso ao te ver,
Mesmo distante,
Armada, na defesa,
Calma anjo, sou eu!
Não me estranhes.
Tão dengosa
Tão decidida,
Tão frágil,
Tão forte.
E mesmo destroçado,
Sem leme, sem rumo,
Sem mar nem porto,
Quem dera ser teu braço,
Voltar a velha alegria,
E o pulsar do coração.

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